SEJURI – Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social

Projeto de Jiu-Jitsu fortalece capacitação e integração entre policiais penais em Chapecó

Na última sexta-feira (6), foi realizada a entrega oficial dos kimonos utilizados pelos participantes do projeto de Jiu-Jitsu voltado aos policiais penais que atuam no complexo prisional de Chapecó. A iniciativa é conduzida de forma voluntária pelos policiais penais Rafael Narezzi, Lucas Nadir Sobierai e Paulo Roberto Lessa Rios, todos faixas-pretas na modalidade.

O momento marcou mais um passo na consolidação do projeto, que tem como objetivo fortalecer técnicas de defesa pessoal, aprimorar o preparo físico e estimular a integração entre os servidores da Polícia Penal.

Os treinos acontecem de segunda a sexta-feira, sempre às 8h20, logo após a saída dos plantões. As aulas são realizadas em uma sala destinada às artes marciais dentro do próprio complexo prisional, equipada com um tatame que ocupa cerca de 100 metros quadrados de área livre, oferecendo estrutura adequada para a prática do jiu-jitsu.

A iniciativa foi idealizada e organizada pelos três policiais penais, que estruturaram um plano de aulas contínuo, garantindo que diariamente um dos instrutores esteja responsável pelo treinamento dos colegas.

Embora sejam faixas-pretas e possuam qualificação técnica para atuar como docentes, os policiais ainda estão em estágio probatório, o que os impede de participar do processo formal de seleção de instrutores da Academia da Polícia Penal. Por esse motivo, as aulas são ministradas de forma voluntária, reforçando o compromisso dos servidores com a qualificação da categoria.

O projeto conta com o apoio da Superintendência Regional 06 desde o início da iniciativa. Os investimentos para a estruturação da sala de artes marciais, bem como a aquisição do tatame utilizado nos treinamentos, foram realizados por meio de recursos do fundo rotativo, permitindo a criação de um espaço adequado para a prática das atividades.

O engajamento dos policiais penais com o projeto foi imediato. A adesão foi tão significativa que os próprios servidores adquiriram os kimonos no padrão da Polícia Penal para a prática do Brazilian Jiu-Jitsu (BJJ).

Atualmente, cerca de 75 policiais penais participam regularmente das atividades, transformando o projeto em uma importante ferramenta de treinamento, disciplina e fortalecimento do espírito de equipe dentro da instituição.

Como forma de ampliar e fortalecer a iniciativa, está em fase de construção um edital próprio da ACAPS para o credenciamento de instrutores, que deverão atuar no desenvolvimento e na expansão do projeto na região Oeste do estado.

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